República Facebook

Se fosse um país, a rede seria o terceiro do mundo, com 500

milhões de habitantes e PIB de até US$ 16 bilhões

Um país com a terceira maior população do planeta. Para viajar até lá, não é preciso passaporte ou visto. Basta acesso à internet, login e senha. Se a rede social Facebook fosse um país, teria 500 milhões de habitantes e perderia só para China e Índia no ranking dos mais populosos. Do total, 200 milhões de pessoas – mais do que a população brasileira – acessam diariamente o site criado por Mark Zuckerberg e gastam, em média, 55 minutos navegando. Essa população é impactada por 16% dos anúncios que o mercado publicitário mundial exibe na web. Conheça, aqui, a economia da República do Facebook.

by Revista Epoca

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Tendências para Mídia Social: Worldwide influencers em 140 caracteres.

TrendsSpotting’s 2010 Social Media Influencers – Trend Predictions in 140 Characters

O Trendsspotting trás várias análises de tendências, comportamentais em sua maioria. Visite: http://www.trendsspotting.com.

Os dez virais mais vistos em todos os tempos

O Advertising Age publicou a lista dos dez virais mais assistidos em todos os tempos, com suporte da Visible Measures, responsável pelo levantamento. A primeira colocação foi considerada surpreendente, porque muito raramente ela aparece na lista semanal dos dez mais vistos, além de não ser conectado com nenhuma grande marca ou agência. Trata-se da ação para a marca Blendtec, para mostrar a força do seu liquidificador. As peças mostram o equipamento triturando diversos equipamentos, de bolas de golfe a um novíssimo iPad!

Nos quatro anos em que “Will It Blend? (Vai misturar?)” está no ar, já foram mais de 134 milhões de visualizações. O segredo do sucesso está no fato de que todos os 120 clipes da ação tem a mesma música brega, o mesmo slogan e a figura do CEO Tom Dickson, com variações desses elementos.

Desde que os virais surgiram no cenário da publicidade, pouquíssimos ultrapassaram a barreira dos 100 milhões de visualizações. Na semana passada, o vídeo “Live Young”, mais conhecido como os bebês patinadores da água Evian atingiu a marca após pouco mais de um ano na web.

Todos os virais do Top Ten, com exceção de Gladiator, da Pepsi, surgiram depois da chegada ao mercado do YouTube. E a maior parte foi publicada há menos de dois anos.

O vídeo de Pepsi era estrelado por Britney Spears, Beyonce e Pink, e apareceu na TV em 2004.

Além de Blendtec, Evian e Pepsi, a lista inclui dois filmes de Old Spice (incluindo o novo “The man your man could smell like, com Isaiah Mustafa), o Projeto Naval de Xbox (um filme que demonstra a tecnologia de videogame controlado pelos movimentos do corpo), Evolution (de Dove), Gymhana Two (de DC Shoes), Crash The Super Bowl 2010 (de Doritos), e a dança de T-Mobile. Vale uma lembrança à Nike, que colocou vídeos em 11º, 12º e 13º lugares.

Confira abaixo os vídeos:

1 – Will it Blend? – Blendtec – Agência “in-house” – 134 milhões de visualizações

2 – Live Young – Evian – BETC Euro RSCG – 104 milhões

3 – Responses – Old Spice – Wieden & Kennedy – 57 milhões

4 – Gladiator – Pepsi – AMV BBDO – 47 milhões

5 – Xbox Projeto Natal – Microsoft – World Famous – 43 milhões

6 – Evolution – Dove – Ogilvy – 41 milhões

7 – Dança – T-Mobile – Saatchi&Saatchi – 35 milhões

8 – Crash the Super Bowl 2010 – Doritos – Goodby, Silverstein & Partners – 34 milhões

9 – Odor blocker – Old Spice – Wieden & Kennedy – 34 milhões

10 – Gymkhana Two – DC Shoes – Mad Media – 33 milhões

Caso alguem tenha dificuldade em encontrar os links, solicite via cometario que enviamos.

ref.: mmonline e advertising age

Cases de sucesso em mídia social: Algumas estratégias da Tam e Nokia

A TAM, que desde 2007 conta com uma gerência responsável pelas ações de e-commerce, sites, base de CRM e comunicação digital, adiantou o lançamento nos próximos meses de um portal batizado de TAMTips. “Nossas ações começaram como broadcast e agora são um diálogo. É o caminho ter esse canal de interação com os consumidores. As redes sociais têm sido mais uma ferramenta nas ações de marketing”, diz Ramos.

O site reunirá todo o conteúdo sobre viagens já gerado pela companhia aérea para suas plataformas offline, e os disponibilizará para tirar dúvidas dos internautas e dar dicas de roteiros turísticos. A proposta do projeto é oferecer o conteúdo de forma ordenada e estimular os comentários e a troca de informações e experiências entre os próprios usuários e também entre a empresa e usuários.

Na opinião de Terra, as redes sociais existem desde os primórdios das relações humanas, e a internet surgiu como um facilitador do relacionamento entre as pessoas enquanto as ferramentas sociais ajudaram a formar grupos, interagir, ouvir e conhecer pessoas. “O mais importante é entender que a informação está livre na rede social e as empresas precisam buscar o melhor direcionamento”, pontua.

A Nokia, por exemplo, tem um projeto de atendimento ao cliente que criou um time formado por cerca de 1500 internautas com conhecimentos além do comum sobre produtos da marca para responderem questionamentos dos consumidores via web. Os participantes não são remunerados e foram identificados em uma comunidade do Orkut dedicada à empresa. A equipe já respondeu a mais de 50 mil perguntas. “Já ouvimos os consumidores há algum tempo. Agora estamos aprendendo a responder”, afirma.

by: http://www.mmonline.com.br

Google Instant: o que muda para as marcas

Prometendo menos cliques e economia de tempo, novo mecanismo de buscas do Google pode alterar a visibilidade das marcas na web

São Paulo – Lançado nesta quarta-feira (8), o novo mecanismo de buscas do Google, chamado de “Google Instant“, promete acelerar o processo de pesquisa e economizar tempo dos usuários. Pelo sistema, os resultados de busca passam a ser exibidos na página em tempo real, enquanto os caracteres ainda são digitados, sem a necessidade de se clicar em “Enter”.

Com o slogan “Resultados enquanto você digita. Menos cliques” – “Results as you type. Fewer Clicks” -, a mudança é uma das mais importantes desde o início da dinâmica de publicidade vinculada a buscas. O Google prevê que o produto irá poupar aos usuários mais de 350 milhões de horas por ano, ou de 2 a 5 segundos por busca, em média. Com isso – e sabendo que junto com os resultados instantâneos, os anúncios correspondentes também se alteram – é de se esperar que o tempo gasto pelo usuário em Links Patrocinados também diminua. Estamos falando, nesse caso, de um negócio que gera cerca de 23 bilhões de dólares para o Google.

Como já acontece nas buscas atuais, marcas grandes e já estabelecidas tendem a ganhar ainda mais visibilidade com o Google Instant. Estar bem posicionado em buscas sugeridas pelo site deve ser uma boa fonte de tráfego, até maior do que já era. Por exemplo, ao digitar apenas a letra “A” na caixa de buscas, as marcas que aparecem imediatamente são: Amazon, AOL, AT&T e Apple. A primeira letra, portanto, torna-se o ponto alto de exposição.

Outro fator importante é que como as palavras-chave pré-definidas pelo Google podem trazer mais tráfego para esses termos, é possível que haja uma diminuição na variedade de resultados genéricos. A “Cauda Longa” fica mais curta, e sites pouco conhecidos tornam-se mais improváveis de ser encontrados.

O argumento do Google para isso é de que o impacto das impressões geradas já a partir da primeira letra digitada será pequeno, mas segundo um levantamento da própria empresa, um usuário típico leva em torno de nove segundos para escrever um termo de busca. Ou seja, a tendência é de que o número de impressões de anúncios de Links Patrocinados suba consideravelmente, enquanto a relação de cliques por impressão (CTR) caia. Com isso, pode haver uma gradativa perda de posições no ranking de resultados, o que força algumas empresas a investirem mais em Links Patrocinados para manter suas marcas nas alturas.

Além disso, o novo sistema tende a beneficiar sites mais conhecidos e com melhor otimização (Search Engine Optimization), e a segunda página de resultados se tornará menos visitada. Mesmo na primeira página, a tendência é de que os resultados buscados sejam encontrados acima do limite de rolagem da tela. O papel dos profissionais de SEO, portanto, será ainda mais importante do que já é hoje para que uma marca alcance visibilidade na web.

Cris Simon, de EXAME.com

Case de sucesso em midias sociais: A Pepsi Social Media Strategy Lessons From Pepsi

“The real [Pepsi social media goal] was less about what’s the big strategy? and more about what are the small wins?” With millions of Facebook fans and Twitter followers, Pepsi is one of the few big corporations who have a good handle on social media.
BigThink.com talked with Bonin Bough, Global Director of Digital and Social Media for PepsiCo, to uncover the company’s secrets.
Bonin believes the biggest social media challenge for businesses is embracing innovation. “Social media doesn’t have to be a conversation,” he says. “It could be a sweepstakes exclusive to the Twitter community or a contest only for Facebook participants.”
“The real [Pepsi social media goal] was less about what’s the big strategy? and more about what are the small wins?  How do we prove ourselves internally to the organization that these are viable platforms, and then prove successes [within the communities]?”
Scaling social communities is also a challenge.  It takes a lot of work and media dollars.
“I think [scaling users] is an interesting combination between using media dollars/techniques that are going to get you reach…as well as finding what the right participation in that community is,” he says. According to Bonin, the social space is still one big experiment, but a lot can be learned from early pioneers like Guy Kawasaki.
PepsiCo is a mammoth of a company, with entire teams dedicated to measuring social media interaction.  Bough offers advice to startups that lack such extensive man-power:  Do only as much as your resources will allow.  “If you don’t have the means to have a person on Twitter 24/7, then don’t do it that way….Have [something like] Follow Fridays were you spend two hours talking to the community if that’s all you have to work with.  There really are no set rules.”
Bonin believes companies should use social media to encourage brand dialogue among loyal users. Facebook, Twitter and other social networks, and give people who are passionate about products and companies a platform to express it.
“These are just new channels that we’re going to talk to consumers in,” Bonin explains.  Why wouldn’t we be innovative?  Why wouldn’t we be at the front of that and taking risks like we do in our business in general?”
Check out the full interview below.

Read more: http://www.businessinsider.com/pepsis-secrets-to-social-media-strategy-2010-8#ixzz0z7owuoOn

Case de sucesso facebook: Privalia cria loja virtual, e você?

Privalia é a primeira do país e usar a rede social com este fim. Expectativa é de aumentar os negócios em 30% com o novo canal. Quem disse que rede social não pode se tornar um novo ambiente de vendas?
Facebook deixou de ser um simples canal de relacionamento com os clientes e virou uma loja virtual para a Privalia, um clube de compras online que opera há um ano e meio no Brasil, e se tornou uma loja. A vitrine virtual (fan shop) foi inaugurada em agosto já com grande sucesso. Antes do lançamento, o número de pessoas que “curtiam” a Privalia na rede social era de cerca de 11 mil.Com a ação, hoje, neste minuto, somam 41.125. Os seguidores do perfil da Privalia na espanha, também com loja virtual, somam hoje, 138.223.
Na estréia da loja virtual, o CEO da empresa, André Shinohara disse: “Até o fim do mês, esperamos quintuplicar a base no Facebook”, e conseguiu. Os internautas que associarem a Privalia no Facebook terão dois tipos de privilégios: campanhas exclusivas ou acesso antecipado às campanhas que forem lançadas no site. Na estreia, a campanha foi de uma marca de roupas. A oferta entrou no Facebook um dia antes de chegar aos outros associados da Privalia.
O CEO da empresa diz que além de aumentar a base de clientes, a atuação no Facebook facilita a interação com os usuários. No site da Privalia, o cliente apenas faz a compra e não tem um espaço para comentar ou tirar dúvidas sobre o produto ou serviço em promoção.
Já nas redes sociais, o internauta pode se comunicar diretamente com a empresa ou mesmo trocar impressões com outros usuários. “É uma plataforma bastante amigável”, diz.
Compras coletivas. Para participar do clube Privalia basta se inscrever no site. A empresa oferece descontos de até 90% em diversos produtos e serviços. A promoção só é ativada quando atinge um número mínimo de adesões. O modelo não é exclusivo e vem se proliferando no Brasil nos últimos meses.
Twitter e outras redes sociais também poderão ser usadas
O Twitter e o Orkut também podem ser usadas futuramente como plataformas de vendas, diz o CEO da Privalia, André Shinohara. “Não estamos fechados a outras plataformas, mas vamos nos consolidar no Facebook primeiro antes de nos aventurarmos em outros canais”, afirma.
Apesar de não usar essas redes diretamente para vendas, a empresa está presente nelas. Outros clubes de compras, como o Peixe Urbano, também têm perfis no Orkut e no Twitter, como forma de interagir com os clientes. Alguns dividem os perfis por cidade de atuação, o que facilita a identificação para o usuário. Todos eles são bastante populares. O Peixe Urbano de Belo Horizonte, por exemplo, tem cerca de 300 seguidores. O City Best, outro clube de compras coletivas, tem 54 mil seguidores no total e 50 para o perfil de Belo Horizonte. (dados de agosto/2010). E você, quantos seguidores o seu perfil empresarial possui? Não vai me dizer que nem os seus funcionários estão lá? É …
Fontes: mktmais.com e o tempo

73,5% das empresas americanas já consideram as mídias sociais primordiais para a estratégia de suas empresas. E a sua, vai ficar de fora?

E usar o site mais visitado do mundo é a melhor forma de atingir o publico desejado nas redes sociais. Com mais de 500 milhões de usuários, o Facebook conquistou em 2010 o título de site mais visitado do mundo – ultrapassando até mesmo o buscador Google. Segundo Clara Shih, uma das maiores especialistas sobre o assunto, as pessoas e empresas não podem deixar de estarem onde seus clientes estão.

Em sua palestra no primeiro dia de Digital Age 2.0, maior evento de mídia social no Brasil, a americana enfatizou a importância de se usar o Facebook como uma ferramenta aliada às estratégias da empresa para conseguir atingir o púbico alvo e promover ações mais efetivas.

Clara iniciou sua palestra falando sobre o crescimento da base instalada de usuários de redes sociais no Brasil nos últimos anos. Segunda ela, o brasileiro tem a maior média de conexões online do mundo, com cerca de 360 contatos contra 200 dos Estados Unidos, que aparece entre os cinco primeiros.

“Nos últimos seis meses, o Brasil cresceu absurdamente rápido em redes sociais como o Twitter e o Facebook, que possuem média de 6 milhões de usuários brasileiros cada”, disse Clara. Segundo dados apresentados pela especialista, 73,5% das empresas americanas já consideram as mídias sociais primordiais para a estratégia de suas empresas. “O Facebook é a principal forma dessas empresas conseguirem conversar e conhecer seu público”, disse.

Clara explicou também como o relacionamento aberto dos usuários com o Facebook é imprescindível na hora de pesquisar e coletar dados. “Quando fui criar um site para o meu livro, decidi fazer uma página dentro do Facebook ao invés de um website tradicional”, disse. “Desta forma, eu posso ter acesso a informações dos usuários que eles jamais compartilhariam comigo em um site fora da nuvem do Facebook”.

Ao interligar-se ao Facebook a empresa consegue ter acesso aos gostos de seus consumidores e estreitar o relacionamento, criando um novo e poderoso canal de comunicação.

Tendências

Para exemplificar como fazer utilização efetiva do site, Clara apresentou algumas tendências. A primeira é saber escutar seu cliente ou consumidor, entender seus problemas para conseguir criar uma estratégia para resolvê-los. “Quando você investe no seu público, eles investem em você. Tornam-se evangelizadores”.

Clara enfatizou também que usar as ferramentas de publicidade do Facebook é uma ótima maneira de filtrar e encontrar exatamente quem são as pessoas que você deseja encontrar e atingir. Em seguida, ela falou sobre pequenas empresas que começam a trocar seus websites por páginas no Facebook. “Essa é uma tendência que está ganhando cada vez mais força nos Estados Unidos, e ajuda empresas menores a conseguir melhores resultados”.

Por fim, a especialista falou sobre os jogos, como Farmville, da produtora Zinga, que conseguiu reunir mais de 71 milhões de jogadores em seus jogos hospedados dentro do Facebook.

Clara Shih

Clara é autora do livro “The Facebook Era”, onde ela explica os detalhes minuciosos de como utilizar o maior site do mundo como ferramenta aliada nas estratégias de comunicação de uma empresa. Em 2007, ela criou o primeiro aplicativo empresarial a ser ligado ao Facebook e tornou-se referência mundial no assunto. Ela acredita que o sucesso do Facebook na publicidade está ligado à sua abordagem sobre o que as pessoas gostam, criando uma comunicação mais transparente e efetiva.

by administrador, o portal do administrador.

A logo não é apenas um desenho ou tipologia de bom gosto.

A logo é a porta de entrada da sua estratégia de branding.

Uma logomarca comunica instantaneamente, quer você queira ou não, os valores, o posicionamento, a proposta total de valor,  a identificação e premio sentido pelos targets e stakeholders, entre outras conexões emocionais. Caso você não saiba julgar a qualidade da sua estratégia de branding, ou caso não tenha uma, procure um profissional. A logomarca não deve estar de acordo com o estilo ou preferências estéticas do proprietário da empresa, nem do designer, mas sim dos publicos a quem se destina. A Logo é uma consequência natural de tudo o que sua empresa quer comunicar e para quem, segundo suas estratégias de marketing. Ela deve ser criada a partir daí, com bom gosto, simples, direta, mas direcionada as estratégias de cada empresa.

Aqui um showcase de logos que dizem mais com menos:

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Facebook: uma empresa de US$ 33 bilhões

Antes mesmo de abrir seu capital, a empresa já atrai investidores no mercado secundário

33,7 bilhões de dólares. Este é o valor de mercado aproximado do Facebook, considerando-se o valor de 76 dólares por ação do site de rede social que já é negociada no mercado secundário, antes mesmo do IPO (Venda Inicial de Ações). Reportagem publicada hoje no jornal Financial Times revela que funcionários e investidores aproveitam para comprar participações em companhias de tecnologia que ainda não têm seu capital negociado em bolsa, com o objetivo de obter boas rentabilidades em futuros IPOs.

O motivo está no fato de que, empresas de sucesso na web, como o Facebook, Twitter, LinkedIn e Zynga, estão postergando cada vez mais suas ofertas iniciais de ações por conta do momento ainda incerto dos mercados. De acordo com o jornal, analistas estimam que o IPO do Facebook pode ser o maior do segmento desde a emissão de 1,67 bilhão de dólares feita pelo Google em 2004.

by exame

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